segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Michael Jackson – The Immortal World Tour - É o Cirque du Soleil em Beijing

No sábado dia 10 fomos ao Mastercard Center, aqui em Beijing, assistir a turnê mundial do Cirque du Soleil, Michael Jackson – The Immortal.


Foi a primeira vez que assisti a um show da companhia canadense. No Brasil esses shows são caríssimos. Aqui pagamos 280 RMB pelo ingresso mais barato – cerca de R$93,00.


Pela primeira vez indo assistir ao show do Cirque du Soleil.


Se as performances do Cirque du Soleil já são de tirar o fôlego, imagine um espetáculo somente com músicas do Rei do Pop Michael Jackson?

Inúmeros recursos visuais, show de luzes e de cenários, dança, música e fantasia fazem os espectadores viajarem no mundo criativo de Michael. O show captura a essência, a alma e a inspiração do artista, celebrando um legado que continua a transcender gerações: não importa se você é um antigo fã de Michael Jackson ou se está conhecendo as músicas dele pela primeira vez. Exemplo disso está aqui em casa. A Amanda já conhecia algumas músicas, mas a Giovanna não. Resultado: desde sábado tem sempre algo de Michael Jackson tocando por aqui.

O show em si está mais para um musical do que para as “piruetas” do Cirque du Soleil. As performances acrobáticas são bem poucas, mas nem por isso menos incríveis. A atuação de alguns artistas que pareciam de mola, elásticos, e que abusavam da lei da gravidade, prendem a nossa atenção o tempo todo. E olha que não há nenhuma proteção embaixo. Mas, como diz um release do Cirque du Soleil, “seja no palco ou na abordagem criativa, o risco faz parte de nosso DNA. Aliás, isso nos motiva constantemente à superação”.

Michael Jackson – The Immortal World Tour, é um dos 19 espetáculos do Cirque du Soleil que estão rodando o mundo.

Daqui da China, a turnê segue para Hong Kong, Austrália e Nova Zelândia.

Você sabe a história do Cirque du Soleil?
Pois bem: no começo dos anos 80 em Baie-Saint-Paul, um vilarejo a leste da cidade de Quebec, no Canadá, um grupo teatral chamado Les Échassiers de Baie-Saint-Paul (“Os Equilibristas de pernas-de-pau de Baie-Saint-Paul”), fazia malabarismo, dançava, cuspia fogo e tocava música. Entre os jovens artistas que impressionavam a todos com suas performances, estava Guy Laliberté – que seria o fundador do Cirque du Soleil.

Em 1984, a província de Quebec procurava um evento para comemorar o 450º aniversário da descoberta do Canadá. Foi quando Guy Laliberté convenceu os organizadores de que a melhor escolha seria uma turnê de seu grupo teatral. Nascia ali o Cirque du Soleil e sua história, que se fortalece a cada espetáculo através dos laços entre artistas e espectadores de todo o mundo.

A sede internacional do grupo, localizada em Montreal, no Canadá, é um laboratório multiétnico, onde especialistas em diversas áreas e artistas entre os melhores do mundo se unem em audaciosos projetos de criação.

Em minha opinião, essa “trupe”  é a evolução do tradicional Circo. Não há mais a velha lona, mas o Cirque du Soleil, com suas performances extraordinárias, mantém viva a essência do espetáculo circense.


No ingresso estava escrito que não era permitido tirar fotos durante o espetáculo. "Politicamente correta" levei a máquina portátil. Ah, se arrependimento matasse. Tinha um monte de gente tirando foto e filmando, e o pessoal da segurança não estava nem aí.
Resultado: minhas fotos - sem flash - ficaram todas tremidas.
Mais uma vez tive que baixar algumas imagens da internet, 
pra ilustrar um pouco o que foi o show.


Os artistas parecem de mola.

Essa mulher se contorcia tanto que parecia
não ter coluna vertebral.

Essa outra fez dezenas de piruetas no poste,
a mais de dois metros do solo.
Ficava se segurando somente por uma das pernas, 
como nessa foto.
Chegou a ficar retinha, na horizontal, em relação ao poste,
segurando-se apenas em uma das mãos.
Loucura!

Esse casal também foi incrível.
Na maioria das vezes o homem, com uma das mãos, segurava o cabo ou corda,
enquanto que com a outra, ou até mesmo apenas com as pernas,
sustentava a mulher.

Dançarinos imitando os passos de Michael Jackson
com roupas com luzes de neon, que mudavam de cor.
Sincronia perfeita.

A Amanda gravou alguns trechos do show 
que reproduzo abaixo:


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